sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Sobre ser feliz....

 

Ultimamente tenho pensado em como as coisas mudam de lugar ao longo da vida.
A princípio, achava que eram somente as obrigações que se alteravam...
Com o passar do tempo, elas vão aparecendo. Você vai acumulando funções, responsabilidades, e quando percebe, tem que correr atrás da máquina.
Mas não é só isso que muda em nossa vida...
Com o passar do tempo, mudam também os nossos gostos, as nossas preferências.
E nessa mudança,também se altera o nosso conceito de beleza e de atração.
Em certa altura do campeonato, nem toda bola faz gol.
Se valoriza mais a tática do que a corrida no campo.
Nem tudo já nos chama a atênção.
Tem que valer a pena. Tem que ser bom mesmo.
Já não somos qualquer um, e por isso mesmo, não aceitamos qualquer coisa.
O gosto vai amadurecendo junto conosco.
Vai se refinando, se aprimorando.
É como o vinho, que o passar dos anos só faz melhorar.
Da mesma forma, se alteram os nossos referenciais de importância.
Enquanto somos jovens e incompletos, há uma busca incessante por materialidade da nossa personalidade.
Há uma busca por conquistas que demarquem nosso ser em formação.
Estamos acumulando bens que representem nossa força e personalidade.
Mas o passar do tempo, faz com que essa mistura se dilua.
Atitudes sobrepõe desejos.
Há um momento em que não é mais preciso demonstrar nada para ninguém. Há um momento em que não precisamos contar com pesquisa de opinião.
Precisamos de uma casa que represente nosso refúgio.
Precisamos de poucos, mas bons e sinceros amigos.
Precisamos de um trabalho que nos dê prazer.
Precisamos viajar, e fazer coisas que gostamos.
Por que não há tempo a perder...
Com o passar dos anos descobrimos isto também, que o tempo é um presente a ser descoberto dia após dia.
Depois de um tempo, descobrimos que tudo passa, e o que permanece é aquilo que nos faz efetivamente felizes.
Felicidade, é isso que desejo, dia após dia.





(Texto retirado da Internet - Desconheço o autor)

domingo, 17 de março de 2013

O Cético e o Lúcido

 

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
... - Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
- Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível.
- E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
- Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida.
- E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo.
 
 
Imagem e texto retirados da internet (facebook)
 

quarta-feira, 6 de março de 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

Eu quero.....

Adoraria ter um desses em casa. Não é mesmo super prático e charmoso?

Difícil resistir .... Lamentavelmente nunca vi à venda.