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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Para minhas filhas - amores de minha vida




Vi ontem um post que transcrevo para que eu jamais perca a possibilidade de acesso rápido ao texto


"Filha, quando você amar alguém....


Filha, a vida é um sopro, e talvez você demore para entender isto. Eu sei, não posso te proteger do mundo, mas eu vou te falar algumas coisas que, talvez, te ajudem a tomar algumas decisões no futuro.


Você vai se apaixonar muitas vezes. Então não é o Bernando, pelo qual você chorou na semana passada porque ele saiu correndo, ao te ver com uma cartinha, o seu grande amor. Quero dizer, é possível que seja ele, mas eu duvido muito. Todos nós temos um Bernardo que nos parte o nosso pequeno e ingênuo coração na infância, sabe? Felizmente, se torna tão irrelevante que até esquecemos o nome daquela pessoa. O Bernardo passará.


Depois dele, você vai amar algumas pessoas – ou pelo menos sentirá algo tão forte que confundirá com amor – mas nem sempre elas irão te amar também. Muitas vezes o seu coração não encaixará no coração do outro, muitas vezes o coração do outro já terá alguém morando nele. Como se isso já não fosse complicado o suficiente, algumas pessoas te amarão apenas nos bons momentos ou enquanto você for útil a elas – são estas as que mais irão te decepcionar.


É isso que você precisará aprender: dar o seu coração para alguém não será garantia de que a pessoa cuidará bem dele. Muitas pessoas irão machucá-lo, algumas querendo e outras sem querer. Algumas pessoas vão te decepcionar por ser exatamente como são, outras, por não saber como lidar com as suas diferenças. Você aprenderá que amor precisa ser algo bem maior do que um “te amo”.

Ah, você não precisa casar se não quiser/puder. A vida é muito maior do que uma festa, um vestido de noiva e um anel no dedo. Amor de verdade não precisa de vestimentas e protocolos. Claro, se quiser, casamentos são bacanas: pessoas emocionadas, declarações publicas de amor e registros de todos os tipos de um dos maiores ritos de passagens da vida.


Tenha uma família, você precisará dela. Eu sei, talvez você não queira casar e ter filhos, e tudo bem com isso, você pode conquistar o mundo inteiro sozinha, se quiser. Ter uma família não tem haver com filhos ou seguir algum padrão específico, necessariamente, está mais para as pessoas que escolhemos para compartilhar a vida, o tempo e o amor.


Claro, independente do que escolher, se um dia encontrar uma pessoa que compre os seus sonhos e os apoie, você será feliz com ela. Se ela dividir as tarefas, você terá um parceiro. Se você encontrar alguém que te escute e te compreenda, você terá um confidente. Se ele te enxergar como a parte mais essencial do seu dia, então ele será “o cara”. O segundo cara mais importante da sua vida, claro.


Entretanto, se um dia acabar e, por algum motivo, ele se for, você não morrerá por isso. E aqui vai a maior verdade que aprendi: o grande amor da sua vida sempre será você mesma. Por isso, se permita ter ao lado apenas alguém que te ame com a mesma intensidade que você se ama.


Ah, e seja feliz sempre. Leve esse sorriso de criança para qualquer lugar que você for.





Thais e Thaianne - Os maiores amores meus

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Crônica do Amor






Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.


Martha Medeiros

domingo, 28 de agosto de 2011

Monteiro Lobato

"Tudo é loucura ou sonho no começo.
Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira - mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum."
(Monteiro Lobato em : Mundo da Lua, 1923)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sobre escolhas...



"Tenho nas mãos dois caminhos
duas decisões, mesmo quando tudo parece desabar,
cabe a mim decidir, entre rir ou chorar,
entre ir ou ficar, entre desistir e o lutar.
Se o mar está revolto, posso ficar na praia,
ou sair para pescar e talvez,
nunca mais voltar.

Tenho nas minhas mãos o bem e o mal,
e entre eles poucos pensamentos,
um diz para fazer sem culpa,
o outro pensa, reflete e pede para esperar.
Enquanto o mundo se perde em erros,
posso me manter sereno, sem medo,
porque tenho a chave da minha vida,
nas minhas mãos.

Então, hoje me sinto mais forte, 
atravessei os desertos da alma.
Amei quem não me amou, 
e deixei de lado quem muito me amava,
coisas de afinidade, sentimentos vagos da alma,
e atravessei caminhos nem sempre floridos,
que deixaram marcas profundas em mim,
mas amei e fui amado...

Por isso, tenho nas mãos bem mais que a vida,
tenho a duvida e a certeza,
a esperança e o medo,
o desejo e a apatia,
o trabalho e a preguiça,
e me dou o direito de errar sem me cobrar,
e acertar sem me gabar,

Porque descobri no caminho incerto da vida,
que o mais importante é o decidir,
e decidi de uma vez por todas,
ser simplesmente feliz,
e esse caminho não tem volta..."

(Paulo Roberto Gaefke)
  




segunda-feira, 11 de julho de 2011

Interessante...

Recebi de uma amiga, e, por ter gostado muito, resolvi compartilhar:






" ÀS VEZES AS CORRENTES QUE NOS IMPEDEM SÃO MAIS MENTAIS DO QUE AS FISICAS " -









Muitas vezes amarram você em nada....e você acredita !!!




(imagem e texto extraídos da internet - se você for o autor do texto ou foto, por favor avise e lhe darei os devidos créditos)



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Reticências

Adoro reticências ! (...)

Aqueles três pontos intermitentes que insistem em dizer que nada está fechado, que nada acabou, que algo sempre está por vir!


A vida se faz assim !

Nada pronto, nada definido.
Tudo sempre em construção.


Tudo ainda por se dizer... nascendo... brotando... sublimando... vivo assim... numa eterna reticência...


Para que colocar ponto final?


O que seria de nós sem a expectativa de continuação?







Texto de : Marina Esméria Ramos